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Governo leiloou Congonhas e mais 14 aeroportos nesta quinta-feira

Os 3 blocos foram arrematados; governo garantiu uma arrecadação de mais de R$ 2,7 bilhões. Governo leiloou Congonhas e mais 14 aeroportos nesta quinta-feira Os 3 blocos foram arrematados; governo garantiu uma arrecadação de mais de R$ 2,7 bilhões. Leilão aconteceu na B3, em São Paulo,. Foram oferecidos 15 aeroportos divididos em 3 blocos. Expectativa é que vencedores invistam pelo menos R$ 7,3 bilhões nos terminais

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Anac leiloa 15 aeroportos na B3; proposta única arremata bloco com Congonhas por R$ 2,45 bilhões


São 3 blocos reunindo terminais localizados em 6 estados; expectativa do governo federal é que os vencedores invistam pelo menos R$ 7,3 bilhões na modernização dos terminais ao longo dos 30 anos de concessão. Vista do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo (SP). RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realizou nesta quinta-feira (18), na sede da B3, na capital paulista, o leilão de concessão de 15 aeroportos públicos, espalhados por três blocos em seis estados. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Ao todo, as concessões garantiram R$ 2,716 bilhões em arrecadação. A expectativa do governo federal é que os vencedores invistam pelo menos R$ 7,3 bilhões na modernização dos terminais ao longo dos 30 anos de concessão. O Bloco SP-MS-PA-MG incluía o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o segundo mais movimentado do país e um dos últimos grandes terminais ainda não administrados por operadores privados. O grupo espanhol Aena Desarrollo Internacional venceu a disputa, com lance de R$ 2,45 bilhões, um ágio de 231,02% em relação ao lance inicial mínimo. Do total de investimentos previstos, R$ 3,3 bilhões estão somente em Congonhas — a "joia da coroa" do leilão. É a terceira rodada de concessão de aeroportos realizada em blocos. Os 15 aeroportos encontram-se situados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pará, Mato Grosso do Sul e Amapá. Veja abaixo os detalhes de cada um dos blocos concedidos. LEIA TAMBÉM Com leilão desta quinta, tráfego nacional privatizado deve passar de 90% Veja lista de aeroportos já administrados pela iniciativa privada Leilão da Anac: proposta única arremata bloco com Congonhas por R$ 2,45 bilhões VEJA OS BLOCO LEVADOS A LEILÃO Bloco SP-MS-PA-MG Vencedor: Aena Desarrollo Internacional Valor: R$ 2,45 bilhões Ágio: 231,02% Lance inicial mínimo: R$ 740,1 milhões Investimento previsto: R$ 5,8 bilhões Congonhas/São Paulo (SP) Campo Grande (MS) Corumbá (MS) Ponta Porã (MS) Santarém (PA) Marabá (PA) Carajás/Parauapebas (PA) Altamira (PA) Uberlândia (MG) Uberaba (MG) Montes Claros (MG) Bloco Aviação Geral Vencedor: XP Infra IV Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura Valor: R$ 141,4 milhões Ágio: 0,01% Lance inicial mínimo: R$ 141,38 milhões Investimentos previstos: R$ 552 milhões Campo de Marte/São Paulo (SP) Jacarepaguá/Rio de Janeiro (RJ) Bloco Norte II Vencedor: Consórcio Novo Norte Aeroportos (Dix Empreendimentos Ltda e Socicam) Valor: R$ 125 milhões Ágio: 119,78% Lance inicial mínimo: R$ 56,8 milhões Investimentos previstos: R$ 875 milhões Belém (PA) Macapá (AP) Regras do leilão Saiu vencedor de cada bloco a concessionária que ofereceu o maior valor de contribuição inicial mínima. O requisito mínimo de habilitação técnica foi a comprovação de experiência de processamento, em pelo menos um dos últimos 5 anos, de um 1 milhão de passageiros para o Bloco Norte II e 5 milhões de passageiros para os blocos SP-MS-PA-MG. No caso do Bloco Aviação Geral, o número exigido foi de no mínimo 200 mil passageiros ou, alternativamente, 17 mil pousos e decolagens. Além da contribuição inicial a ser paga ao governo na assinatura dos contratos, as novas concessionárias terão que pagar uma outorga variável sobre a receita bruta — estabelecida em percentuais crescentes calculados do 5º ao 9º ano do contrato, tornando-se constantes a partir de então até o final da concessão. Os valores projetados para os contratos contemplam uma receita estimada de R$ 15,2 bilhões para os 15 aeroportos, sendo R$ 11,6 bilhões para o Bloco SP-MS-PA-MG; R$ 1,7 bilhão para o Bloco Aviação Geral; e R$ 1,9 bilhão para o Bloco Norte II. As regras do edital estabelecem investimentos mínimos de modernização nos aeroportos a serem realizados já nos 5 primeiros anos de concessão.

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China tenta 'semear chuva' para aliviar seca extrema


Autoridades estão realizando operações de semeadura de nuvens no centro e sudoeste da China. Autoridades realizam operações de semeadura de nuvens na Província de Hubei CHINA DAILY VIA REUTERS Autoridades chinesas estão tentando induzir chuvas em partes do centro e sudoeste da China em meio a uma seca severa e uma onda de calor recorde. O rio Yangtze, a hidrovia mais longa da Ásia, está agora em níveis recordes de baixa. Em alguns trechos, houve menos da metade das chuvas habituais. Entenda: o arriscado plano da China de 'semear nuvens' em mais da metade de seu território Os reservatórios hidrelétricos estão atualmente reduzidos pela metade, segundo autoridades. Ao mesmo tempo, um aumento na demanda por ar-condicionado colocou as empresas de energia sob extrema pressão. A onda de calor de dois meses é a mais longa já registrada na China, de acordo com o Centro Nacional do Clima. As províncias ao redor do rio Yangtze, atingido pela seca, recorreram a operações de semeadura de nuvens para combater a falta de chuva, com Hubei e várias outras províncias lançando 'foguetes' transportando produtos químicos para o céu, segundo a mídia local. Mas a falta de cobertura de nuvens paralisou os esforços em algumas áreas que buscam fazer a mesma operação. Enquanto isso, as temperaturas em Sichuan e nas províncias vizinhas ultrapassaram 40°C. Nesse contexto, os escritórios do governo em Sichuan foram solicitados a manter os níveis de ar condicionado em não inferiores a 26°C, de acordo com o jornal Sichuan Daily, citado pela agência de notícias Reuters. Os trabalhadores também foram orientados a usar escadas em vez de elevadores, sempre que possível. Milhões de moradores também foram atingidos por apagões na província. Na cidade de Dazhou, onde vivem cerca de 5,4 milhões de pessoas, os apagões duram até três horas, informou a mídia local. Os relatos são de que as fábricas da província foram forçadas a cortar a produção ou interromper o trabalho como parte das medidas de emergência para redirecionar o fornecimento de energia para as residências. - Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62589828

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Intenção de consumo das famílias tem maior nível desde início da pandemia

Indicador cresceu 1,1% na passagem de julho para agosto, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC). O indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 1,1% entre julho e agosto, com expansão de 17% ante agosto de 2021, para 82,1 pontos, informou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) nesta quinta-feira (18). Com o aumento, o ICF atingiu maior patamar desde abril de 2020 (95,6 pontos), ou seja, desde começo de pandemia de covid-19, pontuou a entidade. De acordo com a CNC, o desempenho foi impulsionado por famílias com renda mais alta, mais otimistas e dispostas a consumir em agosto. Dos sete tópicos usados para cálculo do indicador, seis apresentaram alta em agosto, como emprego atual (0,9%); renda atual (1,9%); acesso ao crédito (1,3%); nível de consumo atual (2,8%) perspectiva de consumo (0,8%) e momento para duráveis (1,2%). Nessa comparação, o único recuo foi observado em perspectiva profissional (-0,3%). Também na comparação com agosto de 2021 seis tópicos mostraram aumento. É o caso das elevações observadas, nessa comparação, em emprego atual (26,1%), perspectiva profissional (27,3%), renda atual (23,8%), acesso ao crédito (4,9%), nível de consumo atual (18%) e perspectiva de consumo (10,4%). A única queda foi registrada em momento para duráveis (-1,3%). A CNC destacou que, em agosto, as famílias com maior renda – com ganhos mensais acima de dez salários mínimos, na faixa de renda pesquisada pelo levantamento – se mostraram satisfeitas com o acesso ao crédito, com indicador acima dos 100 pontos, o que não acontecia desde março deste ano. “Apesar do aumento do auxílio para as famílias de menor renda, esses consumidores estão cautelosos, principalmente pela inflação em nível ainda elevado, alto endividamento e custo do crédito crescente”, ressaltou a economista responsável pela pesquisa Catarina Carneiro. Pesquisa aponta consumo maior de alimentos industrializados Outro item destacado pela CNC no comunicado foi indicador Nível de Consumo Atual em agosto, com crescimento de 2,8% ante julho, o maior dos últimos seis meses nessa comparação. Ele é medido a partir das respostas dos entrevistados a respeito do quanto as famílias estão comprando em relação ao ano passado (mais, menos ou a mesma quantidade), detalhou a confederação. “Importante destacar que esse item foi o que obteve o maior crescimento em ambos os grupos de renda”, afirmou, em comunicado, o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

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Ibovespa opera sem direção definida nesta quinta-feira


Na quarta-feira, o principal índice da B3 fechou em alta de 0,17%, a 113.708 pontos. Imagem ilustrativa sobre a alta do dólar e o mercado de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera sem direção definida nesta quinta-feira (18), após quatro avanços consecutivos, com movimentos de realização de lucros prejudicando o desempenho da bolsa paulista. Às 16h38, o Ibovespa subia 0,22%, a 113.961 pontos. Veja mais cotações. Entre os destaques, Petrobras subia mais de 1%, acompanhando a alta dos preços do petróleo que operam com avanço de mais de 2% nesta quinta. Na quarta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,17%, a 113.708 pontos, renovando a máxima desde 20 de abril. Com o resultado, o Ibovespa passou a acumular avanço de 10,22% no mês. No ano, a alta é de 8,48%. Parte relevante das altas recentes no pregão paulista têm sido atribuída à perspectiva de que o Banco Central encerrou ou deve concluir em breve o ciclo de alta da taxa básica de juros. Congonhas e outros 14 aeroportos devem passar para a iniciativa privada O que está mexendo com os mercados? No exterior, as bolsas tinham viés de alta em meio a expectativas de que o Federal Reserve (Fed) poderá seguir um caminho menos agressivo no ritmo de elevação da taxa de juros na maior economia do mundo. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 2.000, para 250.000 na semana encerrada em 13 de agosto, informou nesta quinta-feira o o Departamento do Trabalho. A ata da última reunião do Fed reforçou as apostas de que o BC dos EUA deve elevar a taxa básica de juros americana em 50 ponto percentual na próxima reunião, em setembro,, e encerrar o ciclo de altas até o fim deste ano – em 3,25% ao ano. Desde março, o Fed já aumentou sua taxa de juros em 2,25 pontos percentuais. A ata da reunião de 26 e 27 de julho, publicada na quarta-feira, mostrou que, embora as autoridades do Fed "tenham observado que o mercado de trabalho permaneceu forte", muitos também notaram "que havia alguns sinais iniciais de um abrandamento das perspectivas para o mercado de trabalho". Por aqui, a agenda econômica do dia tem como destaque o leilão de concessão do aeroporto de Congonhas e mais 14 aeroportos. O governo prevê investimentos da ordem de R$ 7,3 bilhões durante os 30 anos da concessão.

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Lucro da Caixa cai no 2º trimestre, para R$ 1,8 bilhão


Líder na oferta de crédito habitacional, o saldo em carteira do crédito imobiliário alcançou R$ 595,2 bilhões, registrando recorde de contratação no trimestre. Caixa Econômica Federal Marcelo Camargo/Agência Brasil A Caixa Econômica Federal apresentou um lucro líquido de R$ 1,8 bilhão no segundo trimestre de 2022. O número encolheu 70,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o banco contabilizou o IPO da Caixa Seguridade e a venda de participação no Pan. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, houve queda de 27,9% no resultado. O balanço divulgado nesta quinta-feira é referentes aos últimos meses da gestão de Pedro Guimarães, que pediu demissão do banco no início de julho após ser acusado de assédio sexual por funcionárias. Recorde no crédito imobiliário Líder na oferta de crédito habitacional, o saldo em carteira do crédito imobiliário alcançou R$ 595,2 bilhões no período, 11% superior quando comparado a junho de 2021. Em relação a março, houve avanço de 3,3%. Segundo a Caixa, foram R$ 39,7 bilhões em contratação (considerando recursos SBPE e FGTS), 9,6% maior se comparado ao segundo trimestre do ano passado e o maior volume de trimestral da história. Uma das apostas do ex-presidente Pedro Guimarães, a Caixa continuou crescendo o desempenho no agronegócio. No fim do segundo trimestre, o saldo em carteira totalizava R$ 30,8 bilhões, crescimento de 202,3% em 12 meses e de 45,1% desde março. Desse montante, o estoque de operações com pessoa física somava R$ 19,6 bilhões, alta de 253,9% em relação a junho de 2021. "A Caixa pretende manter contínuo crescimento no crédito rural, expandindo sua carteira de forma robusta e sustentável, posicionando a empresa como referência no mercado do agronegócio", diz o banco, que é comandado desde o início de julho pela economista Daniella Marques. Com isso, a carteira de crédito ampliada encerrou o trimestre até o fim de junho com saldo de R$ 928,2 bilhões, aumento de 13,7% em um ano e de 4,4% desde março. Nos últimos três meses, de acordo com o banco, foram concedidos R$ 127,8 bilhões em crédito, aumento de 18,6% em relação ao primeiro trimestre deste ano e 17,5% em relação ao segundo trimestre do calendário anterior. A inadimplência da carteira de crédito fechou o período em 1,89%, redução de 0,57 ponto sobre o segundo trimestre de 2021. Também houve recuo de 0,44 ponto em relação a março. A cobertura da provisão finalizou o trimestre em 244,6%. Nesse sentido, o banco informou que segue a realizar ações de desconto para regularização de dívidas. No primeiro semestre, a Caixa disse que já foram recuperados mais de 168 mil contratos comerciais em prejuízo, com recebimento de R$ 322 milhões à vista, relativos à regularização de R$ 868 milhões de dívida original, de mais de 137 mil clientes. A margem financeira do banco alcançou R$ 12,7 bilhões no período, decorrente dos aumentos de 15,5% nas receitas de operação de crédito, 17,1% em resultado de aplicações interfinanceiras de liquidez e 6,4% em resultado com operações de títulos e valores mobiliários. As receitas da carteira de crédito totalizaram R$ 23,9 bilhões no segundo trimestre, aumento de 42,6% em relação ao mesmo período de 2021, alavancadas pelo crescimento, em 12 meses, de 278,6% no agronegócio, 86,0% em saneamento e infraestrutura, de 38,5 % em habitação; de 34,6% em crédito para pessoa física e de 56,2% em crédito para pessoa jurídica. Em relação às receitas de prestação de serviços, a Caixa auferiu R$ 6,2 bilhões no segundo trimestre, aumento de 2,6% em comparação aos três meses anteriores e 5,2% em relação ao mesmo período de 2021, com aumento no trimestre de 36,4% em receitas com produtos de seguridade e de 4,6% em cartões de débito e crédito. Já as despesas administrativas totalizaram R$ 9,2 bilhões no segundo trimestre, avanço de 9,9% em relação ao mesmo período de 2021. De acordo com a Caixa, como a alta é inferior à inflação do período, isso "demonstra o controle dos custos administrativos que está em linha com as ações de otimização em curso" no banco. Os ativos da Caixa totalizaram R$ 1,5 trilhão, crescimento de 2% em relação ao segundo trimestre de 2021, valor influenciado pelo aumento de 13,7% na carteira de crédito ampliada, frente a redução de 12,7% em TVM e derivativos. A Caixa também informou que já emitiu 348,8 mil novos cartões do Caixa Tem, destinado aos clientes detentores de conta poupança digital, em especial beneficiários dos programas sociais. As loterias da Caixa arrecadaram R$ 5,4 bilhões no segundo trimestre, valor 23,3% maior que o mesmo período de 2021.

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Dólar opera em alta e chega a R$ 5,20

Na quarta-feira, moeda norte-americana fechou em alta de 0,53%, vendida a R$ 5,1674. O dólar opera em alta nesta quinta-feira (18), de olho em dados econômicos do exterior e nas expectativas para as taxas de juros dos Estados Unidos. Às 16h37, a moeda norte-americana era vendida a R$ 5,1737, em alta de 0,12%. Na máxima do dia até o momento, chegou a R$ 5,2068. Veja mais cotações. Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 0,53%, a R$ 5,1674. Com o resultado, passou a acumular recuo de 0,13% no mês. No ano, tem desvalorização de 7,31% frente ao real. o LEIA TAMBÉM: Comercial x turismo: qual a diferença e por que o turismo é mais caro? Qual o melhor momento para comprar a moeda? Dinheiro ou cartão? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens? Entenda: O que faz o dólar subir ou cair em relação ao real? O que está mexendo com os mercados? A inflação e o Federal Reserve (Fed) continuam no centro das atenções do mercado nesta quinta-feira. Investidores ainda digerem a ata publicada na véspera pelo banco central americano, que foi considerada suave. De acordo com dados coletados pelo CME Group, futuros dos Fed Funds agora indicam que o mercado aposta mais em uma desaceleração da alta de juros na próxima reunião do Fed, em setembro. Ainda lá fora, o Eurostat, serviço de estatística da União Europeia, informou mais cedo que a inflação anual da zona do euro (CPI) subiu 8,9% em julho na base anual, ante 8,6% em junho. O resultado ficou em linha com a projeção de economistas consultados pelo “The Wall Street Journal”, que também estimavam alta de 8,9%. Por aqui, a agenda de dados econômicos é fraca, e o destaque é para a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento do BTG. Prévia do PIB sobe 0,69% em julho; índice avança 2,18% em 12 meses

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Inflação da zona do euro em julho tem novo recorde de 8,9% na base anual

Agência de estatísticas disse que, do total, 4,02 pontos percentuais vieram de energia mais cara. A inflação da zona do euro atingiu um novo recorde de 8,9% em julho, confirmou nesta quinta-feira (18) a agência de estatísticas da União Europeia, com o núcleo da inflação que exclui os componentes mais voláteis também subindo acentuadamente. A Eurostat disse que os preços ao consumidor nos 19 países que utilizam o euro subiram 0,1% em julho sobre o mês anterior, registrando de 8,9% na base anual, taxa mais elevada desde que o euro foi criado em 1999. A agência de estatísticas disse que, do total, 4,02 pontos percentuais vieram de energia mais cara – cujos custos aumentaram devido à invasão russa da Ucrânia – e 2,08 pontos de alimentos, bebidas e tabaco. Mas mesmo quando estes componentes mais voláteis são excluídos, no que o Banco Central Europeu chama de núcleo da inflação e observa de perto para as decisões sobre as taxas de juros, os preços ainda avançaram 5,1% em julho em relação ao ano anterior. A meta do BCE para a inflação é de 2,0%. No mês passado, o banco iniciou um ciclo de alta de juros após anos de taxas baixíssimas, mas ainda assim os preços dos serviços, responsáveis por mais de dois terços do PIB da zona do euro, subiram 3,7% em julho em termos anuais, adicionando 1,6 ponto percentual ao resultado final Os bens industriais ficaram 4,5% mais caros do que 12 meses antes, adicionando 1,16 ponto percentual ao resultado final.

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