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Usuários relatam problemas para acessar aplicativos e internet banking da Caixa


Clientes reclamam que não estão conseguindo acessar contas e relatam que problema vem o ocorrendo desde segunda-feira (14). Caixa diz que não identificou falha e recomenda a atualização dos apps nas lojas de aplicativos. Fachada de agência da Caixa Econômica Federal. Caixa Econômica Federal/Divulgação Usuários e correntistas da Caixa Econômica Federal relatam dificuldade para acessar os aplicativos e o internet banking da Caixa Econômica Federal nesta quarta-feira (16). Nas redes sociais, os clientes reclamam que não estão conseguindo acessar ou usar os apps do banco desde segunda-feira (14). As reclamações se concentram no aplicativo Internet Banking Caixa, mas usuários também citam falhas no Caixa Tem, que é usado para acessar benefícios como Auxílio Emergencial e Bolsa Família. Procurado pelo G1, o banco informou que não identificou problemas ou instabilidade no Internet Banking Caixa e também disse que os serviços disponibilizados pelo Caixa Tem "estão operando dentro dos padrões de normalidade". "Caso haja algum usuário com dificuldades pontuais de acesso, sugerimos a atualização da versão nas lojas de aplicativos", recomendou. Veja a seguir algumas das reclamações: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text

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Spotify lança Greenroom, concorrente do Clubhouse, com salas de áudio ao vivo


Aplicativo de streaming comprou empresa especializada em março planejando estreia em salas de bate papo por voz. Novidade funciona separada da plataforma de músicas. Spotify Greenroom é um app de conversas por voz ao vivo Divulgação/Spotify O serviço de streaming de música Spotify anunciou nesta quarta-feira (16) a chegada do Greenroom, um novo aplicativo de conversas por voz que irá concorrer com o Clubhouse – que bombou no início do ano. Disponível gratuitamente para iPhones e celulares Android no Brasil e mais outros 134 país, o Spotify Greenroom vai funcionar de forma separada à plataforma de música, mas os usuários têm a opção de usar o mesmo login para ambos os apps. ENTENDA: O que é o Clubhouse e como ele funciona? Qualquer pessoa pode criar uma sala de áudio para ser anfitrião ou participar de outras conversas como espectador ou convidado. Não há a necessidade de convites para se cadastrar. Os ambientes são definidas por temas, mas é possível criar espaços livres – o limite é de 1.000 pessoas simultâneas. Nos eventos maiores, um moderador pode controlar o fluxo da conversa e é possível "levantar a mão" para pedir a palavra. A audiência pode "aplaudir" dando uma espécie de moeda virtual, que é exibida ao lado do perfil dos usuários. Spotify Greenroom é um aplicativo separado da plataforma de música Divulgação/Spotify O Spotify Greenroom também terá uma opção para transformar as conversas em podcasts, que podem ser hospedados na plataforma de streaming. Os áudios são todos gravados para haver moderação e combate ao discurso de ódio, segundo a empresa. A novidade é fruto de uma aquisição feita pelo Spotify em março, quando a companhia comprou a desenvolvedora Betty Labs, que tinha experiência no mercado de áudio ao vivo com outro aplicativo, o Locker Room. Popularidade de apps por voz Os serviços de conversas por voz ganharam tração no início desse ano com a explosão do Clubhouse, o que atraiu os olhares de concorrentes. O Twitter, por exemplo, disponibilizou no início de março o recurso de áudio "Spaces" para pessoas que usam Android. O "Spaces" é um recurso em testes no Twitter, lançado em dezembro passado. Nele, usuários criam salas de áudio para bater papo ou reunir uma plateia em tempo real – ideia muito similar ao Clubhouse. O Facebook, dono do Instagram, anunciou em abril uma série de novidades de áudio, incluindo provável rival desses apps. Veja como fazer downloads seguros de aplicativos: Download seguro: saiba como baixar programas legítimos

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Afetados pela pandemia, trabalhadores têm queda de 2,2% na renda no 1º trimestre, diz Ipea

A pandemia também afetou a proporção de domicílios sem nenhuma renda do trabalho, que passou de 25% no primeiro trimestre de 2020 para 29,3% no mesmo período de 2021. Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quarta-feira (16) mostra que a pandemia levou a uma queda de 2,2% nos rendimentos efetivos dos trabalhadores no primeiro trimestre. O instituto fez o levantamento com base nos dados da Pnad contínua do IBGE. Apesar do relativo aumento dos rendimentos habituais médios nos últimos meses, a forte queda da população ocupada causou um considerável impacto negativo na massa salarial real habitual. No primeiro trimestre, a queda da massa de rendimentos habituais foi de 6,7% (somando R$ 212,5 bilhões), e a queda da massa efetiva foi de 9,5% em comparação com o ano anterior, totalizando R$ 225,8 bilhões. Desemprego sobe para 14,7% no 1º trimestre e atinge recorde de 14,8 milhões de brasileiros A pandemia também afetou a proporção de domicílios sem nenhuma renda do trabalho, que passou de 25% no primeiro trimestre de 2020 para 29,3% no mesmo período de 2021. Essa diferença reforça a avaliação de que está sendo lenta a recuperação do nível de ocupação entre as famílias de renda mais baixa a patamares anteriores à pandemia. Sardenberg analisa o desemprego recorde no Brasil e a escassez de mão de obra no exterior Nordeste e jovens adultos com nível médio têm maior queda O Nordeste foi a região mais afetada pela segunda onda da pandemia, com queda de 7,05% da renda efetiva, e o Centro-Oeste teve o menor impacto na renda, com queda de 0,84%. Já a análise por gênero mostra que, enquanto as mulheres tiveram crescimento da renda efetiva (1,3%), os homens tiveram uma queda de 4,7% da renda no primeiro trimestre. A faixa etária mais afetada pela segunda onda foi a dos jovens adultos (25 a 39 anos), com queda de 7,73% dos rendimentos. A renda dos trabalhadores com 60 anos ou mais, por outro lado, cresceu 7,06%, influenciada principalmente pela alta proporção de trabalhadores por conta própria nessa faixa etária. Já em relação à escolaridade, os rendimentos caíram para todas as categorias, com destaque para os trabalhadores que completaram o ensino médio (8,37%). As horas efetivamente trabalhadas não foram afetadas significativamente pela segunda onda da Covid-19. A diferença entre as horas habitualmente trabalhadas e as efetivamente trabalhadas era de 96% no último trimestre de 2019. Essa proporção caiu para 78% no segundo trimestre de 2020 por conta da primeira onda da pandemia. O primeiro trimestre de 2021 mostrou que essa relação voltou ao patamar de 2019, com diferença de 94%.

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Monitor do PIB aponta queda de 0,7% em abril, diz FGV


Dado mostrou cenário pior do que o indicado pelo Banco Central, que apontou alta de 0,44% no PIB no mesmo mês. A economia brasileira 'encolheu' 0,7% em abril, na comparação com março, segundo o Monitor do PIB divulgado nesta quarta-feira (16) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Frente a abril, a atividade econômica cresceu 12,3%. Monitor do PIB - abril/21 Reprodução/FGV Ibre Em trimestres móveis, houve alta de 0,3% frente aos três meses anteriores, e de 5,3% ante o mesmo período do ano passado. Em termos monetários, estima-se que o PIB no acumulado do ano até abril de 2021, em valores correntes, foi de R$ 2,745 trilhões. "O elevado crescimento da economia em abril com relação ao mesmo mês do ano passado deve-se a comparação com uma base deprimida, tendo em vista que em abril do ano passado a economia atingiu a maior queda na série histórica iniciada em 2000", afirma em nota Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV. O dado da FGV mostrou cenário pior do que o indicado pelo Banco Central: em prévia divulgada na segunda-feira, o banco apontou alta de 0,44% no PIB em abril. Consumo das famílias O consumo das famílias cresceu 4% no trimestre móvel findo em abril em comparação ao mesmo período do ano passado – na primeira alta desde janeiro de 2020. Foi registrado crescimento em todos os componentes do consumo, com destaque para o crescimento significativo dos produtos duráveis (29,1%) e semiduráveis (24,2%). Investimento O investimento, medido pela formação bruta de capital fixo, cresceu 17,3% no trimestre móvel findo em abril em comparação ao mesmo período do ano passado. Mais uma vez, pelo quarto mês consecutivo, todos os componentes da FBCF apresentaram crescimento, sendo o principal destaque o componente de máquinas e equipamentos. Exportação e importação A exportação apresentou crescimento de 9,5% no trimestre móvel encerrado em abril, em comparação ao mesmo período do ano passado, com crescimento de todos os segmentos exportados, com exceção dos produtos da extrativa mineral. Já a importação apresentou elevado crescimento de 20,7% no trimestre móvel findo em abril, em comparação ao mesmo período do ano passado.

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Mudança na lei de improbidade em meio à CPI não é coincidência, diz Randolfe

O vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), diz não ver coincidência entre a urgência de votação de uma proposta que altera a Lei de Improbidade Administrativa e o avanço das investigações de agentes públicos na CPI da Covid. "Não me surpreende a pressa de ela [a nova Lei de Improbidade] ser votada agora, não causa estranheza", disse Randolfe ao blog. A urgência do projeto que, na prática, afrouxa a Lei de Improbidade Administrativa foi aprovada pelo plenário da Câmara nesta terça-feira (15). O caráter de urgência permite que a lei seja votada diretamente em plenário, sem passar pelas comissões e sem contagem de prazos. A votação do projeto em si deve ocorrer nesta quarta, com o apoio de quase todos os líderes partidários – apenas PSOL e Novo foram contra. Segundo especialistas, as mudanças tornam virtualmente impossível a punição de agentes públicos por improbidade. Veja no vídeo abaixo entrevista com o relator do projeto, deputado Carlos Zarattini (PT-SP): Projeto altera lei de improbidade administrativa; relator, Carlos Zarattini, explica Para Randolfe, há duas possibilidades de resultado para a CPI da Covid, não excludentes entre si: a responsabilização política de agentes que comprovadamente agiram para colocar a população em risco ou colaboraram, pela ação ou omissão, com o aumento do número de mortes na pandemia. Neste caso, cabe ao presidente da Câmara decidir se abre, ou não um processo político; a responsabilização criminal dos agentes públicos envolvidos nas condutas. "Esta persegue o agente para sempre”, diz Randolfe. O vice-presidente da CPI afirma que as mudanças na lei de improbidade podem ajudar a livrar criminalmente os agentes públicos que venham a ser considerados responsáveis pelo agravamento da pandemia – e com o apoio da oposição ao governo na Câmara.

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Bovespa opera em queda em dia de decisões sobre juros


Na terça-feira, o principal índice da bolsa teve queda de 0,09%, a 130.091 pontos. Painel da B3 - Bovespa Nelson Almeida/ AFP A bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta quarta-feira (16), dia de decisões sobre política monetária do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central do Brasil. Às 10h56, o Ibovespa recuava 0,34%, a 129.651 pontos. Veja mais cotações. Na terça-feira, a bolsa fechou em queda de 0,09%, a 130.091 pontos. No mês, acumula avanço de 3,07%. No ano, a valorização é de 9%. Cenários O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia a partir das 18h a sua decisão e a expectativa é de que a taxa básica de juros da economia brasileira será elevada pela terceira vez consecutiva. O mercado financeiro espera um novo aumento de 0,75 ponto percentual — o que levaria a taxa básica dos atuais 3,5% para 4,25% ao ano. Além disso, as previsões dos economistas são de que os aumentos continuarão no decorrer deste ano. A previsão é de que a Selic termine 2021 em 6,5% ao ano, o que representará, se confirmado, uma forte puxada em relação aos 2% ao ano registrados no começo de 2021. Nos EUA, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) anuncia a partir das 15h (horário de Brasília) a sua decisão de política monetária. A expectativa é de que o BC dos EUA não fará qualquer mudança por ora, mas investidores avaliam que o salto na inflação pode provocar uma redução dos estímulos mais cedo do que o esperado. Com a inflação nos EUA subindo mais rápido e a previsão de que a economia crescerá no ritmo mais forte em décadas neste ano, algumas autoridades começaram a questionar se o Fed deveria manter sua taxa referencial de juros de curto prazo perto de zero e deixar inalterado o programa de compra de títulos adotado devido ao impacto da pandemia. Na agenda de indicadores, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), subiu 2,32% em junho, depois de avançar 3,24% um mês antes. Com esse resultado, o índice acumula alta de 15,31% no ano e de 36,94% em 12 meses. Variação do Ibovespa em 2021 G1 Economia

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