A COVID vai passar, mas você tem que continuar.
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Não resta dúvida de que essa é a pior crise que nossa geração já viveu. Se não bastasse o receio de ser ou ter algum parente, amigo ou colaborador contaminado, ainda houve a paralização da economia que custou a saúde e a vida de milhares empresas e o emprego de milhões de pessoas. Mas a história mostra que as crises passam, e a COVID vai passar.

Aliás, já está passando. Na verdade, muitas empresas, mesmo do setor de ferro e aço, foram beneficiadas ou nem sofreram efeitos do que aconteceu de março para cá. O que fazer, então, para enfrentar essa situação e implementar processos que ajudem sua empresa a passar por esse momento e sair dele mais forte?

Embora não haja uma fórmula mágica, a verdade é que antigas práticas muitas vezes ignoradas são a resposta para todas as situações, inclusive esta. Basta voltarmos à cartilha e fazermos direito tudo aquilo que a correria nos obriga a deixar para depois. As tarefas sugeridas abaixo, que estão sendo observadas em algumas empresas do ferro e aço, certamente podem ajudar você também.

1 – Faça Prospecções e Follow ups.

Sim! Muitos clientes continuaram comprando normalmente durante o isolamento e as empresas que continuaram procurando estes clientes venderam muito! Nesse caso, os vendedores foram incentivados a manter uma rotina de prospecção de novos clientes e contatos com clientes da carteira para “empurrar” vendas ao invés de simplesmente “esperar” que eles viessem. Assim, quem está prospectando está vendendo e, acredite, alguns estão vendendo até mais do que antes da crise.

2 – Incentive seu vendedor e dê a ele ferramentas de trabalho.

Se o vendedor tem ferramentas adequadas e sabe que vai ganhar mais quando a qualidade da venda é maior, é claro que vai produzir mais. Então, por que não verificar se sua equipe de vendas tem as ferramentas mais adequadas e faz o melhor uso delas? Já pensou em comissionar o seu vendedor pela qualidade da venda, considerando coisas como mark-up obtido, prazo de pagamento concedido, atingimento de metas, etc.?

3 – Estabeleça Metas.

Tem um ditado que diz que “para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”. Isso também é verdade na hora de vender durante uma crise. Alguns empresários resolveram ignorar as predições de que a economia iria despencar. Eles mantiveram suas metas mais ambiciosas, apresentaram essas metas à sua equipe, se prepararam, e estão se dando muito bem. Certamente, quem não fez isso, está “andando por qualquer caminho”, e não tem ideia de para onde vai.

Para tanto, você precisa de um ERP que o ajude a estabelecer e acompanhar o grau de atingimento dessas metas. E que também é muito importante, premiar sua equipe melo atingimento delas.

4 – Acompanhe e Controle seus Custos.

Como quem acaba definindo os preços é o mercado, então a você caberá controlar os custos. Além de boas ferramentas de T.I. você precisa de uma equipe que faça os lançamentos corretamente e de um gestor que saiba gastar. Além dos custos de reposição da mercadoria, você precisa ter um excelente controle das despesas, custos da folha de pagamento, etc. Para tanto, analise seus relatórios de resultados todos os dias. Acompanhe seu fluxo de caixa. Evite a armadilha de dar mais prazo de pagamento a seus clientes do que você recebe de seus fornecedores e, se não tiver outro jeito, então saiba compensar isso. Se você não tem um ERP com ferramentas que lhe dão essa visão, fale conosco.

Você tem as ferramentas certas?

A verdade é que sem as ferramentas certas fazer tudo isso fica muito mais difícil. Assim, se quiser ajuda, podemos orientá-lo. E se você já é nosso cliente e não está fazendo nada disso, também podemos ajudá-lo com treinamentos e orientações.

Portanto, não deixe a crise destruir seu negócio, muitas vezes trabalho de gerações de sua família ou de anos de sua vida. Lembre-se, a COVID vai passar e, quando passar, você e sua empresa precisam estar lá. E nós já estamos aqui para ajudar você.

NOTÍCIAS

Fiat Chrysler e PSA concluem processo de fusão para criar a Stellantis


Empresa nasce como quarto maior grupo automotivo do mundo; ações começarão a ser negociadas na próxima semana. A Fiat Chrysler e a PSA selaram sua esperada fusão neste sábado (16) para criar a Stellantis, quarto maior grupo automotivo do mundo com dinheiro suficiente para financiar a mudança para a direção elétrica e enfrentar rivais maiores, Toyota e Volkswagen. Stellantis, nome da empresa fruto da fusão da PSA com a FCA Divulgação Demorou mais de um ano para as montadoras ítalo-americana e francesa finalizarem o negócio de US$ 52 bilhões, período no qual a economia global foi afetada pela pandemia Covid-19. Elas anunciaram o plano de fusão em outubro de 2019, para criar um grupo com vendas anuais de cerca de 8,1 milhões de veículos. Entenda como a fusão bilionária entre Peugeot e Fiat vai dar origem à Stellantis "A fusão entre a Peugeot e a Fiat Chrysler, que conduzirá o caminho para a criação da Stellantis, tornou-se efetiva hoje", disseram as montadoras em comunicado. Fusão da Fiat e Peugeot cria 4ª maior montadora do mundo As ações da Stellantis, que será chefiada pelo atual presidente-executivo da PSA, Carlos Tavares, começarão a ser negociadas em Milão e Paris na segunda-feira (18) e em Nova York na terça-feira (19). Agora, analistas e investidores estão voltando seu foco para como Tavares planeja enfrentar os enormes desafios que o grupo enfrenta - desde o excesso de capacidade de produção até um péssimo desempenho na China. Tavares dará sua primeira coletiva de imprensa como presidente da Stellantis na terça-feira, após tocar a campainha da Nyse com o presidente John Elkann. A FCA e a PSA disseram que a Stellantis pode cortar custos anuais em mais de 5 bilhões de euros sem o fechamento de fábricas, e os investidores estarão ansiosos para obter mais detalhes sobre como isso fará. Como todas as montadoras globais, a Stellantis precisa investir bilhões nos próximos anos para transformar sua gama de veículos para a era elétrica. Mas outras tarefas urgentes se aproximam, incluindo reviver a operação do grupo na China, racionalizar seu enorme império global e lidar com o enorme excesso de capacidade. O presidente da FCA Mike Manley - que chefiará as principais operações da Stellantis na América do Norte - disse que 40% das sinergias esperadas virão da convergência de plataformas e motores e da otimização de investimentos em P&D, 35% de economias em compras e outros 7% de economia nas operações de vendas e despesas gerais. Vídeos: Últimas notícias de economia

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Twitter faz alerta em post do Ministério da Saúde de informação enganosa


Em postagem, órgão pede que o tratamento precoce seja solicitado por quem apresentar sintomas da Covid-19. Pesquisadores de diferentes universidades e países comprovaram que não há prevenção com a ajuda de medicamentos. Twitter faz alerta de informação enganosa em postagem do Ministério da Saúde O Twitter colocou uma marca num post do Ministério da Saúde apontando que houve "a publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à COVID-19". O tuíte do órgão pede que o tratamento precoce seja solicitado por quem apresentar sintomas da doença, o que não é endossado por especialistas. Marcação do Twitter em posto do ministério Reprodução/Twitter O "tratamento precoce", ou "Kit Covid", disponibilizado pelo Ministério da Saúde é uma combinação que inclui a hidroxicloroquina e a cloroquina, junto com outros fármacos. As substâncias inicialmente foram testadas em laboratório e, depois, em estudos clínicos, pesquisadores de diferentes universidades e países comprovaram que não há prevenção e/ou tratamento com a ajuda de medicamentos. "Todos os países com seriedade, que seguem a ciência, eles já compreenderam que esses medicamentos não são eficazes contra a Covid", disse Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo e pós-doutora em epidemiologia pela Universidade Johns Hopkins. "Se esses medicamentos tivessem qualquer comprovação científica, seria impossível que esses países, onde existem pesquisadores muito sérios e instituições muito respeitadas e competentes, não estivessem recomendando para a sua população", acrescentou. Pelo mesmo motivo, o Twitter já fez alertas na conta do presidente Jair Bolsonaro e nos perfis dos deputados federais Carla Zambelli e Daniel Silveira. Apesar da marcação, as publicações seguem visíveis. Esse tipo de medida do Twitter, no entanto, ajuda a restringir a circulação desse tipo de postagem. Twitter inclui alerta em postagem do Ministério da Saúde; Ana Flor comenta Posts apagados em 2020 O Twitter já agiu contra as postagens do presidente Jair Bolsonaro no ano passado. Em março, tuítes de Bolsonaro foram apagados também por violação de regras relacionadas a conteúdos que envolvam a pandemia. Na ocasião, foram tirados do ar posts que registravam um passeio de Bolsonaro em Brasília, que provocou aglomerações, e o posicionamento dele contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde do mundo inteiro. Nas regras sobre remoção de conteúdo que envolva desinformação sobre a Covid-19, em texto de julho passado, a rede social aponta o que leva em conta ao considerar essa medida. Podem ser alvos posts que: reflitam não uma opinião, mas algo apontado como fato, e, entre os exemplos, o Twitter cita postagens que abordem supostas medidas preventivas contra a doença, tratamentos ou curas; tenham sido apontados como falsos ou enganosos por especialistas no assunto, como autoridades de saúde pública; possam causar danos se as pessoas acreditarem nessa informação, da forma como ela foi apresentada, podendo levar a uma maior exposição ao vírus ou afetar a capacidade do sistema de saúde de lidar com a pandemia, por exemplo. A plataforma afirma ainda que, em vez de remover um post, poderá colocar um advertência no tuíte, nos casos em que o risco de dano seja menos grave, mas, ainda assim, possam confundir as pessoas. E que isso reduz a visibilidade da postagem. Initial plugin text

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Brasil é um dos maiores produtores de energia renovável do mundo

Tem o biodiesel extraído da soja, o etanol da cana e agora também do milho. Brasil é um dos maiores produtores de energia renovável do mundo O Brasil é um dos maiores produtores de energia renovável do mundo. Tem o biodiesel extraído da soja. O etanol da cana e agora também do milho. A eletricidade produzida pela queima do bagaço da cana nas caldeiras das usinas de açúcar e álcool. Série do G1 mostra a origem dos alimentos consumidos no país Nas granjas de suínos, o biogás movimenta geradores que abastecem a rede elétrica. Nossa natureza ainda gera energia da água, do sol e do vento. As fontes renováveis já fornecem quase metade do consumo do país. Energia renovável polui menos e se torna cada vez mais lucrativa. Energia renovável é Agro! VÍDEOS: veja mais sobre a indústria-riqueza do Brasil

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Depois de alerta em publicação de Bolsonaro, Twitter notifica post de Carla Zambelli e Daniel Silveira


Postagens dos deputados mencionam estudo que comprova a eficácia do tratamento precoce para evitar evolução da Covid-19. O Twitter colocou uma marcação em postagens antigas dos deputados federais Carla Zambelli (PSL-SP) e Daniel Silveira (PSL-RJ) por "publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à COVID-19". Na sexta-feira (15), o Twitter fez o mesmo tipo de alerta em um post de Jair Bolsonaro. Todas as postagens mencionam um estudo que comprova a eficácia do tratamento precoce para evitar uma evolução da Covid-19. Apesar da marcação, as publicações seguem visíveis. Esse tipo de medida do Twitter, no entanto, ajuda a restringir a circulação desse tipo de postagem. Post de Carla Zambelli Reprodução/Twitter O "tratamento precoce", ou "Kit Covid", disponibilizado pelo Ministério da Saúde é uma combinação que inclui a hidroxicloroquina e a cloroquina, junto com outros fármacos. As substâncias inicialmente foram testadas em laboratório e, depois, em estudos clínicos, pesquisadores de diferentes universidades e países comprovaram que não há prevenção e/ou tratamento com a ajuda de medicamentos. "Todos os países com seriedade, que seguem a ciência, eles já compreenderam que esses medicamentos não são eficazes contra a Covid. Se esses medicamentos tivessem qualquer comprovação científica, seria impossível que esses países, onde existem pesquisadores muito sérios e instituições muito respeitadas e competentes, não estivessem recomendando para a sua população", disse Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo e pós-doutora em epidemiologia pela universidade Johns Hopkins. Post de Daniel Silveira Reprodução/Twitter Posts apagados em 2020 O Twitter já agiu contra as postagens do presidente Jair Bolsonaro no ano passado. Em março, tuítes de Bolsonaro foram apagados também por violação de regras relacionadas a conteúdos que envolvam a pandemia. Na ocasião, foram tirados do ar posts que registravam um passeio de Bolsonaro em Brasília, que provocou aglomerações, e o posicionamento dele contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde do mundo inteiro. Nas regras sobre remoção de conteúdo que envolva desinformação sobre a Covid-19, em texto de julho passado, a rede social aponta o que leva em conta ao considerar essa medida. Podem ser alvos posts que: reflitam não uma opinião, mas algo apontado como fato, e, entre os exemplos, o Twitter cita postagens que abordem supostas medidas preventivas contra a doença, tratamentos ou curas; tenham sido apontados como falsos ou enganosos por especialistas no assunto, como autoridades de saúde pública; possam causar danos se as pessoas acreditarem nessa informação, da forma como ela foi apresentada, podendo levar a uma maior exposição ao vírus ou afetar a capacidade do sistema de saúde de lidar com a pandemia, por exemplo. A plataforma afirma ainda que, em vez de remover um post, poderá colocar um advertência no tuíte, nos casos em que o risco de dano seja menos grave, mas, ainda assim, possam confundir as pessoas. E que isso reduz a visibilidade da postagem. Initial plugin text

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Como a escravidão atrasou o processo de industrialização do Brasil


Cativeiro negro beneficiou pequena elite, mas postergou desenvolvimento do país, dizem pesquisadores. Escravizados urbanos coletando água no Brasil da década de 1830. Para pesquisadores, escravidão atrasou desenvolvimento do país Johann Moritz Rugendas/Slavery Images via BBC O Brasil importou mais africanos escravizados do que qualquer outro país e, por aqui, a escravidão durou mais tempo do que em qualquer outra parte do Ocidente. No entanto, ao invés de promover o crescimento econômico e o desenvolvimento, o trabalho compulsório de negros e negras atrasou o processo de industrialização do país, mostra estudo feito por pesquisadores das universidades de Manchester, Bonn e da FGV (Fundação Getulio Vargas). De maneira inédita, usando a econometria — um método que utiliza a matemática e a estatística para avaliar teorias econômicas —, os analistas mostram com números algo que a literatura historiográfica e econômica já apontava: que a escravidão beneficiou apenas uma pequena elite enquanto atrasou o desenvolvimento do país como um todo. Escravidão no Brasil em números Segundo o estudo, entre os séculos 16 e 19, cerca de 4,9 milhões de africanos desembarcaram na costa brasileira, o que representa 46% de todas as chegadas de escravizados ao continente americano. Em comparação, 388.746 escravizados foram levados para os Estados Unidos. Escravizados recém-chegados da África sendo desembarcados em um porto brasileiro. Entre os séculos 16 e 19, cerca de 4,9 milhões de africanos desembarcaram no país Johann Moritz Rugendas/Slavery Images via BBC O tráfico de africanos começou no Nordeste do país na década de 1560, com os cativos sendo empregados inicialmente em grandes plantações de cana-de-açúcar nos entornos de Recife e Salvador. Na década de 1590, a chegada de escravizados aos portos da Bahia e de Pernambuco superava 12 mil por ano e flutuou em torno desse nível até a proibição do tráfico pela Lei Eusébio de Queirós, em 1850. O Sudeste se tornou um destino relevante para escravizados no século 18, durante a corrida do ouro em Minas Gerais. A maioria dos africanos chegou à região através do Rio de Janeiro, que se tornou o maior porto de escravizados do mundo. Os desembarques de cativos ali chegaram a 25 mil por ano entre 1801 e 1850, com os escravizados sendo direcionados também à produção de café nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Números do fim do século 19 sugerem que a população de escravizados no Brasil chegou a cerca de 1 milhão a 1,5 milhão de pessoas, num país com uma população de 3 milhões. O país também foi o último do Ocidente a abolir a escravidão, em 1888, depois de todos os vizinhos sul-americanos e caribenhos e dos Estados Unidos (1863). Um debate que vem de décadas "Nosso objetivo é contribuir para um debate amplo que é qual é o papel da escravidão no desenvolvimento econômico de longo prazo", diz Thales Pereira, professor da EESP-FGV (Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas). Pereira é um dos coautores do estudo, junto a Nuno Palma, Andrea Papadia e Leonardo Weller. Palma é professor na Universidade de Manchester, no Reino Unido; Papadia é pesquisador na Universidade de Bonn, na Alemanha; e Weller é professor da EESP-FGV. O artigo foi apresentado como texto para discussão pela Universidade de Warwick, no Reino Unido, e os autores esperam sua publicação em periódico acadêmico ainda este ano. Africanos em um mercado de escravizados em Pernambuco. Debate sobre papel da escravidão no desenvolvimento econômico começou na década de 1940, com o historiador Eric Williams Crédito: Maria Graham/Slavery Images via BBC Segundo Pereira, esse debate começa na década de 1940, com o historiador Eric Williams, que discute o papel da escravidão no Caribe para a revolução industrial inglesa. Nos últimos dez anos, ganhou força uma nova literatura sobre o tema, parte da chamada "Nova História do Capitalismo", produzida por um grupo de historiadores americanos, que busca analisar o papel da escravidão para o desenvolvimento dos Estados Unidos. Para esses autores, como Edward Baptist e Sven Beckert, a industrialização dos EUA estaria ligada ao acesso a algodão barato, fruto da exploração violenta dos escravizados. "É uma visão de crescimento econômico em que o desenvolvimento vem da exploração", avalia Pereira. Segundo ele, apesar da interpretação desses autores ser considerada por muitos pesquisadores como extremamente falha e baseada em premissas equivocadas, essa visão ganhou espaço no senso comum, daí a importância de testar essas hipóteses a partir de dados concretos da realidade. No Brasil, produção de algodão com e sem escravizados O Brasil ofereceu aos pesquisadores uma ótima oportunidade para esses testes. Isso porque, por aqui, houve um aumento repentino da produção de algodão a partir da década de 1860, em resposta à paralisação das lavouras americanas em meio à Guerra Civil daquele país. Além disso, no Brasil, houve uma situação peculiar: duas províncias vizinhas, Maranhão e Ceará, passaram por esse forte crescimento na produção de algodão, mas uma delas tinha praticamente só trabalho escravo e a outra, somente trabalho livre. Assim, pela hipótese da "Nova História do Capitalismo", a produção do Maranhão deveria ter crescido mais do que aquela do Ceará. Mas não é isso que os pesquisadores encontram, ao analisar dados dos ministérios da Fazenda e da Agricultura do século 19. "Na verdade, marginalmente, a produtividade do Ceará aumentou mais do que a do Maranhão", diz Pereira, acrescentando que isso descarta a hipótese de Edward Baptist de que seria a violência contra os escravos a causa do aumento de produtividade nas lavouras de algodão. Por aqui, afirmam os pesquisadores, com base em registros históricos, o fator determinante nesse ganho de produtividade foi o uso de novas sementes, importadas dos Estados Unidos, e a adoção de tecnologias inovadoras. Escravidão e industrialização Outra hipótese que pôde ser testada na realidade brasileira é a que relaciona a escravidão e o avanço da industrialização. Para isso, os pesquisadores usaram dados do Censo nacional de antes de depois da Abolição, mais precisamente, de 1872 e 1920. E compararam dados municipais dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro (excluída a capital fluminense, cuja realidade era muito peculiar, pelo fato de a cidade ter sido a capital do país entre 1763 e 1960). Vendedoras de Angu. Regiões com presença de escravizados afastavam imigrantes e o trabalho livre de maneira geral Jean Baptiste Debret/Slavery Images via BBC "Testamos se áreas que tinham maior presença de escravos, no Censo de 1872, que foi o primeiro Censo nacional brasileiro, tinham mais indústrias no início do século 20", explica Pereira. "Levamos em conta um monte de controles para analisar isso." Entre os controles utilizados estão a parcela de trabalhadores ocupados na agricultura, a presença de imigrantes, o grau de alfabetização, se os municípios eram produtores antigos ou tardios de café, se havia presença ou não de estação de trem, a distância em relação ao porto mais próximo e a desigualdade na posse de terras. "O que encontramos é que há uma forte correlação entre industrialização e capital humano. Tanto regiões onde os brasileiros são mais alfabetizados, quanto regiões que têm imigrantes — que à época tinham mais acesso à alfabetização —, têm mais industrialização", diz Pereira. "Mas o que encontramos de interessante é que esse efeito só aparece após a abolição da escravidão. Ou seja, regiões com mais alfabetização e mais imigrantes em 1872 não têm mais indústria. Mas, onde esses fatores estão presentes em 1872, aparece a indústria em 1920." "Isso é o que a literatura, à exceção da 'Nova História do Capitalismo', já discutia há muito tempo: que o potencial produtivo do país era limitado pela escravidão. Então, com o fim dela, houve um melhor uso dos recursos humanos na sociedade." 'Escravidão foi um desastre e atrasou o país' Segundo o pesquisador, a presença de escravizados afastava os imigrantes e o trabalho livre de maneira geral. Além disso, em regiões onde havia muitos escravos, não havia incentivo municipal para a abertura de escolas para alfabetizar a população. O professor da FGV diz que há evidências de que houve escravizados trabalhando na manufatura e na indústria têxtil, por exemplo. Mas que havia limites para a expansão dessa industrialização, pela falta de um mercado consumidor, já que esses trabalhadores não recebiam salários. Além disso, não havia estímulo para empregar escravizados na manufatura, porque o retorno deles na agricultura era maior. "Resultados como os nossos, apesar de não serem conclusivos, ajudam a dissipar essa ideia, que vai e volta na literatura, de que crescimento econômico ocorre simplesmente por exploração", diz Pereira. "Tentamos retomar a literatura que diz que isso não é verdade. A escravidão foi um desastre, um horror. Ela gerou riqueza para alguns, mas não gerou crescimento econômico para a sociedade." "Ela não teve um efeito positivo 'oculto' como sugere a 'Nova História do Capitalismo'. Ela era indefensável. Mas por que a escravidão durou tanto? Porque ela era lucrativa para as pessoas que eram donas de escravos. Mas isso atrasou o país." Vídeos: Últimas notícias de economia

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Caixa Econômica Federal é o novo gestor do DPVAT, anuncia Susep


Segundo a Superintendência de Seguros Privados, o banco substitui a Líder e passará a receber os avisos de sinistros que tenham ocorrido a partir do dia 1º de janeiro de 2021. Trânsito no Centro do Rio Marcos Serra Lima/G1 A Superintendência de Seguros Privados (Susep) anunciou neste sábado (16) que a Caixa Econômica Federal é o novo gestor do DPVAT — o seguro obrigatório usado para indenização de vítimas de acidente de trânsito. A Caixa passará a receber os avisos de sinistros que tenham ocorrido a partir do dia 1º de janeiro de 2021. Acidentes ocorridos até 31 de dezembro do ano passado, independentemente da data de aviso, permanecem sob responsabilidade da Seguradora Líder. Como fica o atendimento agora A partir de segunda-feira (18), as solicitações de indenização poderão ser feitas nas agências da Caixa. Para isso, o solicitante deve apresentar a documentação requerida por lei, conforme a cobertura aplicável. Com a solicitação aprovada, o pagamento da indenização será feito em até 30 dias em uma Conta Poupança Social Digital da Caixa, no CAIXA Tem, em nome da vítima ou dos beneficiários, dependendo do caso. Em breve, será lançado o App DPVAT. O aplicativo permitirá o upload dos documentos e o acompanhamento da solicitação de indenização. Nos casos de morte, o valor é de R$ 13.500. Nos casos de invalidez permanente, o valor é de até R$ 13.500, variando conforme a lesão da vítima, com base em tabela prevista na lei. As despesas médicas e hospitalares são reembolsadas em até R$ 2.700, considerando os valores gastos pela vítima em seu tratamento. A mudança na gestão A Susep e a Caixa firmaram contrato na última sexta-feira (15), conforme determinação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). A medida atendeu a uma decisão cautelar do Tribunal de Contas da União (TCU), que estabeleceu que a Susep deveria manter a operação do seguro após a extinção do consórcio de seguradoras que administrava o DPVAT. No dia 29 de dezembro, o CNSP autorizou a Susep a contratar uma instituição para gerir e operacionalizar as indenizações referentes ao Seguro DPVAT. A mudança de gestão ocorreu depois que as seguradoras decidiram, em novembro, pela extinção do consórcio que operava o Seguro DPVAT. A Seguradora Líder continua responsável pelos atendimentos para os sinistros ocorridos até 31/12/2020, mesmo que o aviso seja feito posteriormente. Veja os canais no link https://www.seguradoralider.com.br/. Sem cobrança de DPVAT em 2021 O conselho já havia decidido que proprietários de veículos não precisam pagar o DPVAT este ano. Segundo a Susep, há recursos em caixa suficientes para a operação — são valores pagos em anos anteriores e que não foram utilizados. Uma eventual decisão sobre 2022 ainda terá de ser tomada pelo conselho. Em 2020, o DPVAT passou por redução de 68% para carros, passando para R$ 5,23, e de 86% para motos, chegando a R$ 12,30. O que é o DPVAT? O seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), instituído por lei desde 1974, cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país. Vítimas e herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de 3 anos após o acidente para dar entrada no seguro. VÍDEOS: Os mais vistos do Rio nos últimos 7 dias

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Compartilhamento de dados entre o WhatsApp e o Facebook: entenda o que se sabe e o que falta esclarecer


App enviou notificação de nova política de privacidade para usuários e gerou alta em downloads de concorrentes. WhatsApp enviou aviso sobre mudança de privacidade e causou debandada para outros aplicativos. AFP O WhatsApp, aplicativo de mensagens número um do Brasil e com mais de 2 bilhões de usuários no mundo, começou a enviar uma notificação sobre mudanças em sua política de privacidade. O texto prevê mais detalhes sobre o compartilhamento de dados com o Facebook, dono do app, no início deste ano. A comunicação sobre os novos termos gerou dúvidas, reações negativas e preocupação com a privacidade. Aplicativos concorrentes como Telegram e Signal foram baixados milhões de vezes após essa alteração. WhatsApp, Telegram e Signal: COMPARE os apps de mensagens Entenda abaixo o que se sabe e o que falta esclarecer sobre essa alteração. O que o WhatsApp anunciou? Isso significa que o WhatsApp e o Facebook podem ler minhas mensagens? Por que o app não garante a privacidade em chats com empresas? O que mudou na nova política? O que o WhatsApp compartilha com o Facebook? Desde quando o WhatsApp compartilha informações com o Facebook? Eu posso escolher não compartilhar dados com o Facebook? Por que o WhatsApp coleta esses dados? O que diz o WhatsApp? Como saber se autorizei o Facebook a acessar meus dados do WhatsApp? O que o WhatsApp anunciou? O aplicativo passou a exibir, no começo de 2021, uma notificação sobre mudanças em sua política de privacidade. No documento, há novidades sobre o compartilhamento de dados com o Facebook, dono do app. As pessoas precisavam concordar com os novos termos até 8 de fevereiro para continuar usando o WhatsApp, mas o prazo foi estendido e a política só entrará em vigor em 15 de maio. Notificação com informações sobre os novos termos e políticas de privacidade do WhatsApp. Reprodução/Arquivo pessoal Isso significa que o WhatsApp e o Facebook podem ler minhas mensagens? Não. Conversas entre duas contas comuns ou em grupos não podem ser lidas pelo WhatsApp, Facebook ou qualquer terceiro. O aplicativo usa criptografia ponta a ponta, o que significa que somente o remetente e destinatário podem ver a mensagem. A nova política de privacidade, porém, deixa de garantir essa proteção em conversas com contas comerciais, aquelas usadas por empresas (entenda mais abaixo). Por que o app não garante a privacidade em chats com empresas? Imagine, por exemplo, uma grande varejista que ofereça atendimento pelo WhatsApp. Os atendentes não respondem por um celular, mas por ferramentas que gerenciam os chats. Essas ferramentas são vendidas por empresas de tecnologia. Algumas delas, certificadas pelo Facebook, oferecem opções de hospedagem dos diálogos com clientes. Como existe um terceiro armazenando e gerenciando interações com empresas, o WhatsApp não consegue garantir a criptografia ponta a ponta para esses chats. O app se defende dizendo que avisa os usuários e que a conversa com uma conta comercial é opcional. Quando uma pessoa inicia um chat com essas contas, o aplicativo exibe um aviso no topo do chat que diz "você está conversando com uma conta comercial". Aviso do WhatsApp ao entrar em contato com uma conta de empresa. Reprodução A partir de agora, o Facebook também vai oferecer essa hospedagem. A novidade foi anunciada em outubro e a nova política de privacidade aborda com mais detalhes as interações com empresas. Outra mudança na política prevê que dados gerados nessas interações podem ser usados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram. Foi só isso que mudou? Não. O WhatsApp afirma que as novidades da política de privacidade estão centradas em interações com empresas, mas o novo texto prevê a coleta de dados que não estavam presentes na versão anterior do documento. Entre eles: carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores do Facebook, Messenger e Instagram que permitem cruzar dados de um mesmo usuário nas três plataformas. O trecho sobre dados de localização também foi modificado e diz que “mesmo se você não utiliza nossos recursos relacionados à localização, usamos endereços IP e outros dados como códigos de área de número de telefone para calcular sua localização geral”. O que o WhatsApp compartilha com o Facebook? Entre os dados que o WhatsApp compartilha com o Facebook mencionados em sua política de privacidade estão: informações de registro, como o número de telefone; endereço de IP; informações sobre o dispositivo utilizado (modelo, nível da bateria, força do sinal, versão do aplicativo, informações do navegador, rede móvel); dados de transações e pagamentos; informações sobre como você interage com outros, incluindo empresas (o tempo, a frequência e a duração de suas atividades e interações, nunca o conteúdo); relatórios e registros de desempenho. Segundo a companhia, as informações podem ser usadas para: ajudar a aprimorar os sistemas de infraestrutura e entrega; entender como os serviços são usados; promover proteção, segurança e integridade em todos os produtos; aprimoramento dos serviços e experiências, incluindo sugestões para os usuários (como a recomendação de conteúdos, conexões de grupos ou amigos); integração para conectar o WhatsApp com outros produtos do Facebook. O último item cita integração com o Facebook Pay, base do sistema de pagamentos do WhatsApp, que chegou a ser testado no Brasil no ano passado, mas foi barrado pelo Banco Central e pelo Cade. Desde quando o WhatsApp compartilha informações com o Facebook? Desde 2016. Foi quando o WhatsApp apresentou a primeira grande mudança em sua política de privacidade – dois anos depois de ser comprado pelo Facebook. Na época, foi revelado que o mensageiro começaria a compartilhar informações com a rede social. Eu posso escolher não compartilhar dados com o Facebook? Atualmente, não. As pessoas que usavam o WhatsApp em 2016 podiam negar a troca de dados com o Facebook, mas tiveram apenas 30 dias para aproveitar essa opção. Novas contas, por outro lado, não podiam escolher. Muitas pessoas compartilham os dados com o Facebook desde 2016. Com a nova mudança da política, em 2021, e o ultimato para aceitar as novidades, ficou a sensação de que esse compartilhamento de dados passaria a ser obrigatório para todos, mesmo para aqueles que negaram em 2016. O WhatsApp disse ao G1 que continua respeitando a escolha dos usuários que decidiram não compartilhar seus dados naquela época. Porém, esse ponto não é citado em nenhum trecho dos termos do aplicativo. Para saber se você está compartilhando informações com o Facebook, é preciso baixar dados de sua conta (veja como fazer abaixo). Por que o WhatsApp coleta esses dados? Embora o WhatsApp mostre em sua política quais são os fins da coleta de dados, não há um detalhamento individual. Representantes da Coalizão Direitos na Rede, um grupo de entidades acadêmicas e da sociedade civil em defesa dos direitos digitais, disseram ao G1 que estão em contato com o WhatsApp para entender as novidades e que ainda há lacunas. "A política de privacidade não explica quais os motivos específicos da coleta de alguns dados. O documento diz quais informações são obtidas e para qual finalidade podem ser usados no geral, mas não dá para entender a finalidade para cada uma dessas coletas", afirmou José Renato, membro da Coalizão Direitos na Rede. Segundo ele, há contradições. O app publicou, recentemente, uma página com perguntas frequentes alegando que protegia a privacidade dos usuários e que a companhia não poderia ver a localização dos usuários, mas a redação da política diz outra coisa. O que diz o WhatsApp? A repercussão fez com que o WhatsApp se manifestasse, reforçando que o conteúdo de mensagens e ligações é protegido por criptografia e não pode ser acessado pela companhia, e que os dados que são compartilhados entre ele e o Facebook permanecem os mesmos desde 2016. "Esta atualização não muda as práticas de compartilhamento de dados entre o WhatsApp e o Facebook, e não impacta como as pessoas se comunicam de forma privada com seus amigos e familiares em qualquer lugar do mundo", disse o aplicativo em um comunicado enviado ao G1. Como saber se autorizei o Facebook a acessar meus dados do WhatsApp? O WhatsApp explica que para saber se em 2016 um usuário aceitou compartilhar suas informações com o Facebook, é preciso baixar informações de sua conta do app. Veja o passo a passo: Abra o WhatsApp; Acesse as Configurações (menu de três pontos no Android ou em Ajustes no iPhone); Toque no item "Conta" e selecione "Solicitar dados da conta"; O relatório com seus dados será disponibilizado em três dias. Veja vídeos sobre tecnologia no G1

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Pensa em montar um escritório de consultoria? Veja 10 dicas do Sebrae

Serviço está entre as ideias de negócio mais buscadas no site da instituição em 2020. Escritório de consultoria foi uma das ideias de negócios mais buscadas em 2020 no site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A instituição criou um material com dicas para quem quer investir no segmento, que oferece consultoria para clientes e empresas potencializarem sua gestão e aumentarem oportunidades de negócios. Veja dicas para abrir um pet shop Confira dicas para investir em uma distribuidora de bebidas Saiba como abrir uma empresa de frete e transporte de cargas Veja como empreender com uma clínica de estética Os profissionais da área podem atuar em diversos segmentos, como estratégia, operações, recursos humanos, financeiro, tecnologia e inovação. Veja 10 dicas do Sebrae para abrir um escritório de consultoria: Mercado: o crescimento das consultorias está ligado à necessidade das empresas de crescer, enfrentar crises e criar estratégias para manter a competitividade. Conhecimento: para ser um consultor, o profissional precisa ter conhecimento e habilidades na área em que vai atuar. É importante ter capacidade analítica e uma postura ética, pois seus conselhos podem influenciar diretamente a tomada de decisão das empresas. Localização: é totalmente viável atuar no formato virtual, sem a necessidade de um escritório físico. Alugar um coworking é uma opção para quando for necessária uma reunião presencial. Equipe: a maioria dos escritórios de consultoria contam com profissionais que atuam individualmente ou com equipes de consultores, que são classificados pelo nível de experiência. Prospecção: este é o primeiro contato entre empresa e consultoria. Nesta fase, os consultores mostram seu portfólio e tudo que podem fazer para ajudar o empreendimento a crescer. Criatividade: as empresas buscam consultores que tragam inovações, novidades para o segmento, e soluções criativas para os problemas comuns do dia a dia. Clientes: fique sempre em contato, observe se as ações estão sendo implantadas e se os resultados estão agradando o cliente. Conhecimentos específicos: uma empresa do segmento imobiliário possui interesses diferentes de uma organização do setor alimentício, por exemplo. Por isso, é essencial que o consultor tenha um conhecimento aprofundado sobre a área de atuação do cliente. Mesmo que a opção seja uma pequena consultoria, é fundamental ter velocidade nas decisões e reduzir as possibilidades de erro. Estratégias: usar a tecnologia para reduzir custos para o cliente, focar no relacionamento e não somente na receita, e explorar pontos nebulosos dentro de alguns segmentos são ideias para atrair mais clientes. Planejamento financeiro: ter uma reserva de recurso para troca de equipamentos eletrônicos ou aquisição de sistema mais modernos é uma necessidade deste modelo de negócio. Veja reportagem do PEGN sobre uma startup que oferece consultoria digital para pequenos negócios da periferia: Startup muda foco durante a pandemia e passa a ajudar pequenos negócios da periferia Vídeos: Conheça empreendedores que estão superando a crise

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Bicho-da-seda, tamanduá: Globo Rural mostra série de melhores reportagens

Veja ainda as notícias do campo, como a chuva antecipada que alegra produtores do sertão da Paraíba, e a redução do plantio de algodão. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (17) O Globo Rural deste domingo (17) inicia uma série que relembra as melhores reportagens do programa. Uma delas mostra em detalhes a produção do fio da seda no Paraná, um produto que é exportado para o mundo todo. Conheça ainda os tamanduás brasileiros e a Ilha das Cinzas, na Amazônia, onde ribeirinhos aproveitam a riqueza da floresta e preservam a natureza. Veja também as notícias do campo, como a chuva antecipada que alegra produtores do sertão da Paraíba, e a redução do plantio de algodão. O programa começa às 8h30. VÍDEOS mais vistos do Globo Rural

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